As vezes ouvimos os pais dizerem que não sabem o porque de alguns filhos serem tão diferentes uns dos outros.
Demonstram, por vezes, um inconformismo e uma intolerância pelo comportamento de alguns e comparam, de forma intransigente, criando a alegada diferença que vai refletir entre todos. Acreditam, piamente, tê-los criados da mesma maneira.
Obviamente que sabemos que nem todos somos criados da mesma maneira e que isso é só uma tentativa de desculpa, uma justificativa para não refletirem um pouco mais sobre alguns inevitáveis "erros humanos".
Sabemos, no entanto, que há em todo o elemento o fenômeno da mudança e da transformação. Somos mutantes e reagimos de acordo com o meio e as condições oferecidas pelo mesmo para sobrevivermos a isto. Pouco somos agora do que fomos a instantes atrás.
A mudança é uma constante no Ser que pecisa disso para evoluir e não estagnar.
Entretanto, as condições e interferências exógenas que são (ou não?) necessárias para a interação do homem, faz com que ele mesmo, como pai ou mãe, não seja menos ou mais parcial numa questão doméstica de grande relevância, inclusive, com algumas consequências futuras. Alguns Pais tecem fantasias para seus filhos sem lhes perguntar se gostam do modelo, se tá na moda ou é muito antiquado, se é moderno ou conteporâneo, se tá na mídia, na ideia, se é mesmo de fato ou é fantasia só para os eventos, os acontecimentos... Será que vai vestir sempre fantasias sem direito a ter o seu próprio modelito, a sua própria figura? O seu style talvez não significa, para ele, ser simplesmente alguem para os outros, mas sim um outro para alguem. Mesmo que seja para sí próprio.Alguns desses filhos, quando tiverem os seus filhos, dizem que irão criá-los de maneira diferente que foram criados. Daí surgem as dúvidas: Como?, de que forma? que outra maneira se muitos não tiveram sequer uma orientação no mínimo satisfatória para isso? E passam então a criar o seu próprio estilo sobre o seu filho, negando-lhe a mesma chance que lhe fora negada pelo seu pai. Imagine, entretanto, isto nas familias que até pouco tempo enchiam a casa de filhos sem os devidos cuidados e controle que isso merece. A falta de orientação á formação de uma familia trás graves prejuizos para a Sociedade e toda a Humanidade.
Muitos fazem filho por ignorancia, outros por qualquer motivo. E, talvez, quem pensa merecer um filho, não veja ou não tenha mesmo qualquer condição, física ou financeira, para o ter.
O filho obtém seu perfil assim como o pai e vai moldar, ou não, também o perfil de seu filho. Isso vai da personalidade adquirida meio a essa enigmática e paradoxal teia de contradições que envolve a natureza humana, numa guerra aberta, franca e muitas vezes desleal com a própria Razão. E para as fases, períodos e transições é preciso orientação, carinho, compreensão e partilha. Os Tabus, dogmas, conceitos e preconceitos não devem servir de marcas, logotipos ou tendências de uma próxima estação. Esses elementos e outros, são as sombras da razão.
Exercitar a mente é quase sempre uma conversa ao pé do ouvido com o próprio Eu. Entretanto, quando se tem um filho amigo, para o bate papo, a partilha disso fica até melhor.Quando meu filho crescer vou ter tempo prá ele. Vou buscá-lo na escola, vamos á praia, jogar bola... Eu juro que faria tudo isso porque hoje a vida é outra e eu o criaria de uma outra forma. Embora, hoje, o meu filho tem 27 anos e eu sou muito grato á Deus pelo que ele é e não sei se faria melhor do que o que ele mesmo fez e faz por sí...
Demonstram, por vezes, um inconformismo e uma intolerância pelo comportamento de alguns e comparam, de forma intransigente, criando a alegada diferença que vai refletir entre todos. Acreditam, piamente, tê-los criados da mesma maneira.
Obviamente que sabemos que nem todos somos criados da mesma maneira e que isso é só uma tentativa de desculpa, uma justificativa para não refletirem um pouco mais sobre alguns inevitáveis "erros humanos".
Sabemos, no entanto, que há em todo o elemento o fenômeno da mudança e da transformação. Somos mutantes e reagimos de acordo com o meio e as condições oferecidas pelo mesmo para sobrevivermos a isto. Pouco somos agora do que fomos a instantes atrás.
A mudança é uma constante no Ser que pecisa disso para evoluir e não estagnar.
Entretanto, as condições e interferências exógenas que são (ou não?) necessárias para a interação do homem, faz com que ele mesmo, como pai ou mãe, não seja menos ou mais parcial numa questão doméstica de grande relevância, inclusive, com algumas consequências futuras. Alguns Pais tecem fantasias para seus filhos sem lhes perguntar se gostam do modelo, se tá na moda ou é muito antiquado, se é moderno ou conteporâneo, se tá na mídia, na ideia, se é mesmo de fato ou é fantasia só para os eventos, os acontecimentos... Será que vai vestir sempre fantasias sem direito a ter o seu próprio modelito, a sua própria figura? O seu style talvez não significa, para ele, ser simplesmente alguem para os outros, mas sim um outro para alguem. Mesmo que seja para sí próprio.Alguns desses filhos, quando tiverem os seus filhos, dizem que irão criá-los de maneira diferente que foram criados. Daí surgem as dúvidas: Como?, de que forma? que outra maneira se muitos não tiveram sequer uma orientação no mínimo satisfatória para isso? E passam então a criar o seu próprio estilo sobre o seu filho, negando-lhe a mesma chance que lhe fora negada pelo seu pai. Imagine, entretanto, isto nas familias que até pouco tempo enchiam a casa de filhos sem os devidos cuidados e controle que isso merece. A falta de orientação á formação de uma familia trás graves prejuizos para a Sociedade e toda a Humanidade.
Muitos fazem filho por ignorancia, outros por qualquer motivo. E, talvez, quem pensa merecer um filho, não veja ou não tenha mesmo qualquer condição, física ou financeira, para o ter.
O filho obtém seu perfil assim como o pai e vai moldar, ou não, também o perfil de seu filho. Isso vai da personalidade adquirida meio a essa enigmática e paradoxal teia de contradições que envolve a natureza humana, numa guerra aberta, franca e muitas vezes desleal com a própria Razão. E para as fases, períodos e transições é preciso orientação, carinho, compreensão e partilha. Os Tabus, dogmas, conceitos e preconceitos não devem servir de marcas, logotipos ou tendências de uma próxima estação. Esses elementos e outros, são as sombras da razão.
Exercitar a mente é quase sempre uma conversa ao pé do ouvido com o próprio Eu. Entretanto, quando se tem um filho amigo, para o bate papo, a partilha disso fica até melhor.Quando meu filho crescer vou ter tempo prá ele. Vou buscá-lo na escola, vamos á praia, jogar bola... Eu juro que faria tudo isso porque hoje a vida é outra e eu o criaria de uma outra forma. Embora, hoje, o meu filho tem 27 anos e eu sou muito grato á Deus pelo que ele é e não sei se faria melhor do que o que ele mesmo fez e faz por sí...

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