A exploração do homem pelo homem é uma prática que, há muito, pensa-se ter sido abolida. Pensam alguns… atenção!
Ledo engano.
Na prática, esse cancro, está cada vez mais fazendo suas vítimas. Destruindo vidas, destruindo laços, famílias, destruindo direitos, subtraindo sonhos e tornando cada vez mais longínqua e penosa a esperança do cidadão.
A Escravidão Humana que é sustentada pelo poder económico dos países desenvolvidos e pelo abuso de poderes que o homem exerce sobre o outro á procura de satisfazer as suas inescrupulosas e insaciáveis intenções, existe sim. Ainda, nos dias de hoje.
Está presente nas ruas sob o olhar da discriminação étnica, religiosa e social.
Está nos locais públicos e privados onde o privilégio supera a justiça, o bom senso e a razão.
Está em tudo, inclusive na máquina administrativa que não gera Educação.
Atualmente em Portugal - país irmanado por laços eternos com o Brasil. - *“…existe uma população imigrante de 53 mil Brasileiros, sendo que apenas 14 mil possuem visto para trabalho” – segundo o Serviço de Imigração. Porém, o universo de trabalhadores ilegais no país não consta nos autos da instituição talvez por ser essa uma tarefa muito difícil.
Se calhar, o órgão não tem competência para isso.
Acredito, no entanto, que quando é feito um esboço do quadro da imigração no país não existam de fato omissões. Acredito sim que haja incongruências.
Entretanto, é inacreditável não haver aí um canal aberto e seguro para que pessoas, especialmente trabalhadores, sejam incentivadas á dar e buscar informações, pedir ajuda, prestar declarações e denunciar.
O Imigrante trabalhador exerce suas atividades de forma digna e ordeira.
Um ser humano digno de respeito e, como humanos é que merecem viver.
Há inúmeros relatos, casos que devem ser ouvidos e analisados. “Tráfico de influencias no processo de legalização; privilégios; extorsão; fiscalização relaxada às obras e postos de trabalho e ainda a sofrível condição do trabalhador.”
Explorados sim. Ajudados não!
O Governo não reconhece a legalidade do cidadão imigrante que não tem “Visto de Trabalho", porem, esse imigrante é induzido, logo que chega, a tirar o seu Cartão de contribuinte para estar registrado nas “finanças” - é o documento mais barato.
Isso quer dizer que a sua obrigação é contribuir. O imigrante pode não estar legal e nem será fácil conseguir isso, mas o que ganhar tem que prestar contas com o fisco que tem ciencia principalmente de sua morada e de sua existencia no País.
E ganha o Governo; ganha o Comércio; ganham os patrões e outros que aqui, agora, prefiro não citar para não correr o risco de deixar de fora mais alguns.
O Fenómeno da imigração, no entanto, favorece a muita gente menos ao imigrante que para atingir seus objetivos até ajuda a sustentar certas máfias que quase podemos dizer que são institucionais.
Alguns “patrões” exigem o esforço máximo do trabalhador imigrante sem lhes pagar a Segurança Social. Outros, além de não pagarem o que é devido ao trabalhador imigrante ainda os ameaça de entregar á imigração se forem cobrados.
Sem falar dos que ainda retém metade do salário para “amarrar” o trabalhador e “dão-lhes casa para morar”, numa intenção clara de cárcere privado.
Tem aqueles que dizem que o dono da obra ainda não pagou a fatura e com isso enrolam e abusam da paciência do trabalhador, atrasando e, ou, retendo seus salários.
Nos canteiros de obra ainda existem as figuras do capataz, dos tupamaros, o feitor, o capitão do mato, o dedo duro, o puxa-sacos, o “caguête”, etc., que passam o dia a atazanar, ofender, humilhar e oprimir o trabalhador, certos de que este é o melhor método para a produção e para se imporem sobre a fragilizada condição do imigrante.
Horrenda forma de vida. Sem direito sequer a informação.
A escravidão é uma tomada e se não for logo completamente desligada a humanidade se acaba meio a uma grande explosão.
* dados de 2004
Ledo engano.
Na prática, esse cancro, está cada vez mais fazendo suas vítimas. Destruindo vidas, destruindo laços, famílias, destruindo direitos, subtraindo sonhos e tornando cada vez mais longínqua e penosa a esperança do cidadão.
A Escravidão Humana que é sustentada pelo poder económico dos países desenvolvidos e pelo abuso de poderes que o homem exerce sobre o outro á procura de satisfazer as suas inescrupulosas e insaciáveis intenções, existe sim. Ainda, nos dias de hoje.
Está presente nas ruas sob o olhar da discriminação étnica, religiosa e social.
Está nos locais públicos e privados onde o privilégio supera a justiça, o bom senso e a razão.
Está em tudo, inclusive na máquina administrativa que não gera Educação.
Atualmente em Portugal - país irmanado por laços eternos com o Brasil. - *“…existe uma população imigrante de 53 mil Brasileiros, sendo que apenas 14 mil possuem visto para trabalho” – segundo o Serviço de Imigração. Porém, o universo de trabalhadores ilegais no país não consta nos autos da instituição talvez por ser essa uma tarefa muito difícil.
Se calhar, o órgão não tem competência para isso.
Acredito, no entanto, que quando é feito um esboço do quadro da imigração no país não existam de fato omissões. Acredito sim que haja incongruências.
Entretanto, é inacreditável não haver aí um canal aberto e seguro para que pessoas, especialmente trabalhadores, sejam incentivadas á dar e buscar informações, pedir ajuda, prestar declarações e denunciar.
O Imigrante trabalhador exerce suas atividades de forma digna e ordeira.
Um ser humano digno de respeito e, como humanos é que merecem viver.
Há inúmeros relatos, casos que devem ser ouvidos e analisados. “Tráfico de influencias no processo de legalização; privilégios; extorsão; fiscalização relaxada às obras e postos de trabalho e ainda a sofrível condição do trabalhador.”
Explorados sim. Ajudados não!
O Governo não reconhece a legalidade do cidadão imigrante que não tem “Visto de Trabalho", porem, esse imigrante é induzido, logo que chega, a tirar o seu Cartão de contribuinte para estar registrado nas “finanças” - é o documento mais barato.
Isso quer dizer que a sua obrigação é contribuir. O imigrante pode não estar legal e nem será fácil conseguir isso, mas o que ganhar tem que prestar contas com o fisco que tem ciencia principalmente de sua morada e de sua existencia no País.
E ganha o Governo; ganha o Comércio; ganham os patrões e outros que aqui, agora, prefiro não citar para não correr o risco de deixar de fora mais alguns.
O Fenómeno da imigração, no entanto, favorece a muita gente menos ao imigrante que para atingir seus objetivos até ajuda a sustentar certas máfias que quase podemos dizer que são institucionais.
Alguns “patrões” exigem o esforço máximo do trabalhador imigrante sem lhes pagar a Segurança Social. Outros, além de não pagarem o que é devido ao trabalhador imigrante ainda os ameaça de entregar á imigração se forem cobrados.
Sem falar dos que ainda retém metade do salário para “amarrar” o trabalhador e “dão-lhes casa para morar”, numa intenção clara de cárcere privado.
Tem aqueles que dizem que o dono da obra ainda não pagou a fatura e com isso enrolam e abusam da paciência do trabalhador, atrasando e, ou, retendo seus salários.
Nos canteiros de obra ainda existem as figuras do capataz, dos tupamaros, o feitor, o capitão do mato, o dedo duro, o puxa-sacos, o “caguête”, etc., que passam o dia a atazanar, ofender, humilhar e oprimir o trabalhador, certos de que este é o melhor método para a produção e para se imporem sobre a fragilizada condição do imigrante.
Horrenda forma de vida. Sem direito sequer a informação.
A escravidão é uma tomada e se não for logo completamente desligada a humanidade se acaba meio a uma grande explosão.
* dados de 2004
